30 de novembro de 2009

Portugal: Cimeira Ibero-Americana



Cimeira Ibero-Americana

A XIX Cimeira Ibero-Americana reúne líderes de 19 países latino-americanos, Portugal, Espanha e Andorra.
Foto@Lusa/Inacio Rosa

Colômbia: Moda ecológica


Moda ecológica
Manequim avança na passarelle vestindo uma criação com o nome "Pacific Gaia" do estilista colombiano Luis Cortez, durante o espectáculo ecológico de moda, Biofashion 2009, na Colômbia.
Foto@Lusa EPA/Carlos Ortega

Colômbia: O Pacífico é visto na moda

O Pacífico é visto na moda

Esta manequim exibe uma criação do estilista colombiano Diego Rojas, com o título "Pacific is seen on Fashion", durante o espectáculo de moda ecológico, Biofashion 2009, na Colômbia.

Foto@Lusa Epa/ Carlos Ortega

Colômbia: Moda ecológica

Moda ecológica

"Pacific Mangrove Swamp" é o nome da criação do estilista colombiano Franklin Cuervo que esta modelo desfila durante o espectáculo de moda ecológico, o Biofashion 2009, na Colômbia.

Foto@EPA/ Carlos Ortega

Alemanha: Reuniões natalícias


Reuniões natalícias

Pais-natais e anjos encontraram-se na Staatsoper, Sala de Ópera, em Berlim, na Alemanha. Por 32 euros, um Pai-Natal ou os anjos, visitam as casas das famílias na véspera de Natal.

Foto@EPA/Hannibal Hanschke

Alemanha: Supertalentos


Supertalentos

Na foto Yvo Antoni e o seu cão Primadonna, durante uma actuação nas semi-finais do concurso alemão "Supertalentos", em Colónia, Alemanha. Esta dupla de "supertalento" ficou entre os dez candidatos que vão concorrer na final do concurso.

Foto@EPA/Joerg Carstensen

Áustria: Mente controla braço artificial


Mente controla braço artificial

Christian Kandlbauer é a primeira pessoa a poder utilizar esta prótese controlada pela mente. Para que este protótipo apresentado na Áustria funcione basta que o seu cérebro lhe ordene movimentos.

Foto@EPA/Roland Schlager

28 de novembro de 2009

Bana 'Mexe mexe'

27 de novembro de 2009

Polícia Militar vigia a capital do Norte: Cidade de Nampula sitiada em silêncio



Polícia Militar vigia a capital do Norte

Cidade de Nampula sitiada em silêncio

A operação surge do seguimento das declarações do partido Renamo de “incendiar o país através de uma manifestação” e de um provável descontentamento no seio das FADM em Nampula

Nampula (Canalmoz) – Um acto inédito e pouco vulgar num Estado de Direito está a acontecer aqui na cidade de Nampula, capital da província do mesmo nome. O cenário é preocupante. Vive-se uma situação de estado de sítio ou de emergência. A cidade deixou de ser patrulhada apenas por agentes da PRM. Está agora a ser patrulhada por Agentes da Polícia Militar, PM, um ramo das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Estão a fazer vigilância e patrulha à cidade.
Nampula está de novo transformada numa cidade militarizada.

Declarantes perplexos com o (ab)uso da SMS por parte do CA dos AdM na metodologia do saque




Caso Aeroportos de Moçambique

Declarantes perplexos com o (ab)uso da SMS por parte do CA dos AdM na metodologia do saque
“O Dr. António Bulande não fez nenhum trabalho de assessoria jurídica na SMS. A firma de advogados «Pimenta & Dionísio» é quem sempre o fez” – Jacob Ndzevo, administrador da SMS “Considero cobarde a atitude da Drª Maria João Coito (PCA da SMS) por não ter assumido a sua quota-parte de responsabilidade significativa neste processo e atirando responsabilidade a terceiros”.– José Viegas, PCA da LAM

26 de novembro de 2009

Tcheto de Nhô Baptista: um construtor de instrumentos (Cabo Verde)


Tcheto de Nhô Baptista: um construtor de instrumentos

Chama-se Aniceto Gomes, e é seguramente um dos grandes construtores de instrumentos musicais. Natural de S. Tomé e Príncipe, onde nasceu há 43 anos, o artista, sendo filho de pais cabo-verdianos, radicou-se em S. Vicente aos 4 anos de idade, e ali aprendeu com o mestre Baptista a arte de construir instrumentos.

Aniceto Gomes, em entrevista ao Nôs Kultura, começa por contar a sua história neste termos: "tive uma infância muito difícil. Filho de pais com parcos recursos, a minha vida não podia ser doutra forma", frisa, acrescentando que acabou nesta sequência por abandonar a escola. Aos 15 anos saiu à procura de algo para fazer, e foi bater à porta do mestre Baptista que o acolheu com paternal afecto, ensinando-lhe a arte que hoje é o seu "ganha-pão".

Caril de gambas (Moçambique)

Caril de gambas Ingredientes: 500 g Cebola: 1 Azeite: 1 colher de sopa Margarina: 1 colher de sobremesa Cheiros: 1 ramo Farinha: 1 colher de sopa Caril: 2 colher de chá Água: 2,5 dl Caldo de galinha: 1 cubo Tomate: 1 Manga: 150 gr Leite de côco: 1 dl Leite condensado: 1 colher de sopa Pimenta moída: q.b. Gengibre em pó: 1 pitada Limão: 1 colher de chá Sal: q.b Preparação: Pique a cebola e aloure-a no azeite e na margarina. Junte o raminho de cheiros, a farinha, o caril, mexa, junte a água e o caldo de galinha. Deixe cozer em lume brando durante cerca de 5 minutos. Retire a pele, as sementes e esmague metade da manga e do tomate. Junte à mistura anterior. Adicione o leite de côco, o leite condensado, tempere com sal, pimenta, gengibre e sumo de limão. Finalmente, junte as gambas. Sirva com arroz branco, decorando com a restante manga.

Caril de camarão (Moçambique)



Caril de camarão

Ingredientes:

Camarão: 1kg Alho: 5 dentes Sumo de limão: 1/2 Cebolas: 3-4 picadas Tomates: 4-5 picados Caril: 1 colher de sopa Cominho: 1/2 colher de chá Leite de côco: 1 Coentro verde: 3 colheres de sopa picado Óleo Sal

Preparação: Retirar primeiramente a casca, as cabeças e as veias dos camarões. De seguida, esmaga-se o alho com sal, junta-se sumo limão e temperam-se os camarões. Cozem-se os camarões, num refogado de cebola picada e óleo, mexendo bem durante 10-15 minutos para evaporar todo o líquido do tempero. Cozem-se novamente os camarões, mas desta vez com o leite de côco cerca de 50 minutos e, no caso de se encontrar muito líquido, junta-se maizena ao molho. Por fim, retira-se o caril do lume e enfeitamo-lo com coentro verde.

Caril de galinha (Moçambique)

Caril de galinha Ingredientes: Galinha: 1 Cebola: 3 grandes picadas Salsa picada: 2 colheres de sopa Alho: 2 dentes Óleo: 1 chávena Caril em pó: 2 colheres de chá Molho de tomate: 2 colheres de sopa Sal: 1 colher de chá Pimenta: 1 colher de chá Piri-piri: 2 médios Leite de côco: 1/2 lata Preparação: Prepare um refogado com salsa, cebola, alho e óleo. Uma vez a cebola alourada, adiciona-se o caril em pó, o molho de tomate engrossado com um pouco de farinha em água, o piri-piri, sal e pimenta. Junte a galinha cortada em pedaços ao refogado e deixa-se em lume brando durante meia-hora, mexendo de vez em quando para não pegar. A pouco e pouco deita-se o leite de coco. Deixa-se ferver lentamente durante 20 minutos.

CARIL: Aromático, algo picante, colorido, mescla de especiarias


CARIL: Aromático, algo picante, colorido, mescla de especiarias Aromático, algo picante, colorido, mescla de especiarias. Assim se pode definir o caril, que não é um tempero em si próprio, mas sim uma mistura de açafrão, cardamomo, gengibre, noz-moscada, cravinho, malagueta, canela, coentro e cominho. A composição sofre variações, consoante os gostos de cada um, como é próprio de um dos temperos mais populares do mundo. Pode levar vários tipos de pimenta, alecrim, louro e funcho, por exemplo; nalguns casos chega-se a incluir dezenas e dezenas de plantas diferentes na mistura. As folhas são secas e trituradas até obter um pó finíssimo, que se pode guardar durante bastante tempo, hermeticamente fechado, em local limpo e seco. Assim, o caril está pronto a usar em qualquer altura do ano.
Originário da Índia, o caril era inicialmente utilizado apenas para temperar arroz. Depois passou a ser utilizado em pratos de carne, peixe, marisco ou vegetais, conferindo um sabor e cor muito próprios. Misturado com leite de coco ou de amendoim, como se faz no Sudoeste Asiático e em África, resulta em molhos densos que parecem fazer aumentar a quantidade de alimento disponível.

Maputo: O Grande Elias para ver hoje no cinema Scala

O Grande Elias para ver no Scala Integrado no Ciclo de Comédia à Portuguesa, o cinema Scala exibe hoje, quinta-feira dia 26 às 18,30H, o filme “O Grande Elias” de Arthur Duarte. Datado de 1950 e adaptado de uma peça de teatro, o filme dá a conhecer uma família portuguesa em crise – o pai é viciado no jogo e a filha dança numa discoteca – que sobrevive graças às quantias avultadas de dinheiro que uma tia – irmã do pai – envia mensalmente do Brasil, onde vive há muito tempo. O pior é quando a tia resolve, ao fim de muitos anos, visitar a família em Lisboa pensando que a mesma é tão próspera quanto ela. Uma comédia bem ao jeito da época e que marcou o fim da idade de ouro do cinema português. Nos principais papéis estão António Silva (Elias) Ribeirinho (Francisco), Milú (Ana Maria). Cristóvão Araújo 26 de Novembro de 2009

Estados Unidos: A lista negra de Hollywood (1947)



1947: A lista negra de Hollywood

Hollywood, 25 de Novembro de 1947: os patrões dos grandes estúdios, reunidos no Waldorf-Astoria, publicaram a primeira "lista negra" da indústria do cinema americano. Dela constavam os nomes de dez pessoas - realizadores e argumentistas - acusados pelo Comité das Actividades Anti-Americanas de obstrução aos trabalhos do Congresso. Na prática, a acusação baseava-se na suspeita de que os argumentistas e realizadores em questão tivessem ligações ao partido comunista americano e estivessem envolvidos em actividades consideradas subversivas.

Moçambique: Ilha dos “Escravos” regurgita com 'Festival de Artes On Hipiti'


ILHA DOS "ESCRAVOS" REGURGITA COM ON HIPITI

Cerca de Quinze mil pessoas, entre nacionais e estrangeiros, assistiram na semana passada, na Ilha de Moçambique, em Nampula, o Festival de Artes On hipiti, que em língua macua significa “Estamos na Ilha”, um evento que tinha por objectivo promover os hábitos culturais locais fundamentados na dança, na música, na gastronomia e noutras manifestações artísticas e culturais dos Ilhéus. A expressão facial, o uso do mussiro para untar e adornar a pele e ainda os trajes coloridos e rústicos fazem parte destes complementos culturais que não se querem desaparecidos. Não seria a Ilha de Moçambique um Património Cultural da Humanidade. E se ela é, então há muito mais a preservar do que somente as ruínas que restam do que foi a Ilha em tempos e que são o testemunho vivo de uma história secular, feita de carne e sangue, de amor e ódio, de alegria e tristeza. Feita também de pólvora e de cânticos de vitória.

“Moçambique, Mulheres e Vida” de Rosa Langa: Uma viagem pelo imaginário sócio-feminino


“Moçambique, Mulheres e Vida” de Rosa Langa: Uma viagem pelo imaginário sócio-feminino

“Moçambique, Mulheres e Vida” é um livro da autoria da jornalista da Rádio Moçambique Rosa Langa, uma obra composta por trinta depoimentos de várias figuras do cenário sócio-cultural da nossa praça. Com efeito, a segunda edição desta obra vai ser publicada sexta-feira, às 18 horas no Centro Cultural Universitário da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo.

A primeira edição foi lançada em Outubro de 2006, tendo circulado um pouco por todo o país, vindo a esgotar quatro meses depois. Concorreu para a tanta procura, a perspectiva de abordagem e os conteúdos que “Moçambique, Mulheres e Vida” apresenta.

Morra a pátria, venha o tacho?! Vamos todos dizer não! (Editorial: Canal de Moçambique)



Editorial: Morra a pátria, venha o tacho?!

Vamos todos dizer não!

Maputo (Canalmoz / Canal de Moçambique) - As outras empresas públicas serão diferentes da empresa Aeroportos de Moçambique? Os outros ministros que têm empresas públicas sob tutela dos organismos que dirigem, serão diferentes de António Munguambe? Só Diodino Cambaza meteu a mão no baú do Estado? Só os co-réus deste processo têm rabos de palha, ou há mais “patos” escondidos, ainda sem penas de fora? Eis o que não tem, nem terá resposta, neste julgamento que decorre, em salão improvisado da Escola Secundária Francisco Manyanga, em Maputo. Mas, vale a pena lutar, para que, um dia, tenhamos um País decente.

25 de novembro de 2009

Índia: Enjaulados pelos animais

Enjaulados pelos animais Activistas da organização PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) vestiram-se de macacos e fecharam-se em jaulas como forma de protesto pelos abusos praticados com os animais no Instituto de Ciência Médica All India. A organização PETA compara o tratamento dado aos animais no instituto com os ataques terroristas em Mumbai a 26 de Novembro de 2008. Foto@EPA/Anindito Mukherjee

África do Sul: Homem e natureza em perfeita harmonia

Homem e natureza em perfeita harmonia Uma visitante do Elephant Whispers perto Hazyview na África do Sul, província de Mpumalanga fica debaixo do pé de "Tembo". Sem recear qualquer coisa é uma visitante entre muitas outras que o parque espera ter com a chegada do campeonato do mundo de 2010. Foto@EPA/Jon Hrusa

África do Sul: Uma árvore venerável

Uma árvore venerável Uma árvore Yellow Wood, com 800 anos, na floresta Tsitsikamma, que se pode ver ao longo da Garden Route na África do Sul. A Garden Route liga Mossel Bay e Port Elizabeth e percorre uma zona costeira de floresta. Foto@EPA/Nic Bothma

Maputo: Na 41ª Assembleia-geral, José Viegas deixa a presidência da AFRAA

Na 41ª Assembleia-geral José Viegas deixa a presidência da AFRAA
Maputo (Canalmoz) – Terminou esta terça-feira, na capital moçambicana, Maputo, a 41ª Assembleia-geral da Associação das Companhias Aéreas de África, AFRAA. Entre vários pontos da agenda estava previsto para ontem a eleição do novo presidente da associação, cargo que vinha sendo ocupado pelo actual Presidente do Conselho de Administração (PCA), das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), José Viegas. Até a retirada da nossa equipa de reportagem do Centro de Conferência Joaquim Chissano, local onde decorreu o encontro ainda não tinha sido anunciado o sucessor de Viegas. A AG da AFRAA decorreu sob o lema “Registando Sucessos em tempos de Crise”. Foram analisados e aprovados os relatórios anuais do secretário-geral e do Comité Executivo da AFRAA, aprovação das contas e nomeação de auditores para 2009, para além da aprovação do orçamento e subscrição da adesão de membros para o próximo ano. Mais de 200 delegados, em representação de companhias filiadas na associação, discutiram em três dias os principais problemas que afectam o desenvolvimento do sector, tendo a crise sido um dos principais pontos. Discutiram igualmente sobre como a tecnologia pode Ajudar as Companhias Aéreas Africanas a Cumprir a Legislação Ambiental”. Refira-se que Moçambique, através das Linhas Aéreas de Moçambique é membro da AFRAA desde 1976 e desde Novembro do ano passado presidia aos destinos desta organização continental. Dados da crise nada satisfatórios Dados recentemente tornados públicos pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA) dão conta que as companhias aéreas africanas deverão registar 500 milhões de dólares americanos de perdas em 2009 devido à crise económica mundial. Segundo os mesmos dados, esta perda é a consequência duma baixa das quotas de mercado associada ao impacto da recessão. E isso faz com que a crise neste sector torna a sua liberalização ainda mais essencial. As companhias aéreas necessitam das mesmas liberdades comerciais como qualquer outro sector e de acesso aos mercados e aos capitais internacionais, foi ali defendido. Guebuza diz que a crise deve constituir uma oportunidade O presidente da República, Armando Guebuza, que também participou da Assembleia Geral disse que o continente africano precisa de agir rapidamente para conter e evitar que a crise que se abate sobre o sector de aviação ganhe maior magnitude e se alastre por mais sectores da economia, frustrando ou subtraindo os ganhos já conquistados no desenvolvimento económico-social de África. Segundo o chefe de Estado, “a combinação de factores negativos, está a resultar no decréscimo de passageiros, redução das rotas, perda de empregos e declínio da indústria do Turismo”. Guebuza frisou ainda que na sua história o continente foi aprendendo de crise em crise. “Aprendemos em cada crise a encontrar uma oportunidade para desafiarmos a nós próprios, para olharmos o mundo de forma mais abrangente e procurar, nesse prisma, a janela que pudesse transformar a crise no ponto de apoio para darmos um salto qualitativo em frente. Por isso, apesar de não gostarmos de crises, não as tememos”. O chefe de Estado indicou que as crises tornam os africanos mais criativos e mais fortes. “As crises não nos fazem desanimar. Forjam, isso sim, a nossa inteligência e estimulam a nossa autoconfiança, auto-estima”. Guebuza exortou também os representantes das companhias aéreas no sentido de olharem para aquilo que os une e capitalizar os pontos comuns, mostrando ao mundo que em tempo de crise a união dá mais força “do que a competição desalmada”. LAM poderá voar para Lisboa e Cape Town Entretanto, o PCA da LAM José Viegas anunciou que a companhia moçambicana poderá voltar a voar para capital portuguesa, Lisboa e Cape Town na África do Sul, isso após ter iniciado a nova rota para Angola. Viegas disse que tudo está sendo feito neste momento para que este plano se concretize o mais breve possível. “Estamos a trabalhar para concretizar isso visto que os preços actualmente praticados são elevados por falta de concorrência. O PR disse ainda que estão criadas condições para que a nova visão e os planos para responder a crise sejam sustentáveis e duradoiros. Referiu também que durante da reunião os participantes deveriam procurar tirar ilações de sucesso das várias companhias africanas e desenvolver um plano estratégico de desenvolvimento da indústria e contribuir para o reforço da organização. (Matias Guente) 2009-11-25

Negócios, Negociatas e o G-19: Tentaram ou era só para fingir? Moçambique ou Mozambisquitão?

Canal de Opinião, por Noé Nhantumbo: NEGÓCIOS, NEGOCIATAS E O G-19 Tentaram ou era só para fingir? Moçambique ou Mozambisquitão? Beira (Canalmoz) – Estou em crer pelos reflexos das tentativas havidas em mostrar uma face de interlocutores interessados em contribuir para o desenvolvimento de um ambiente democrático, que até se tentou. Mas infelizmente foi uma tentativa insuficiente e de impacto nulo. O modo como se cosem as linhas e estão definidos os alinhamentos entre os membros do G-19 e Moçambique, o hábito e tradição da relação Moçambique e o resto do mundo, a correlação de forças entre as chancelarias ocidentais e o gigante chinês no panorama africano fizeram recuar as intenções democráticas de alguns parceiros internacionais ocidentais. No seio dos G-19 alguns senão a maioria dos países agem por simpatia e não por convicção democrática. Nunca tiveram a intenção de levar algo até as suas últimas consequências. A maneira como procedem é quase sempre uma posição definida pelo carácter dos interesses das corporações económicas e financeiras dos países do que propriamente algo que tenha relação ou tenha a haver com conceitos políticos do tipo democrático ou antidemocrático. A Portugal não interessa objectivamente nada se Moçambique é mais ou menos democrático. Se Angola é mais democrática. De Londres não receberemos mais elogios se formos mais democráticos. O que interessa a esses países ou aos EUA é como os seus interesses estratégicos ou assim definidos são protegidos e assegurados. Aconteça o que acontecer os moçambicanos que se arranjem mesmo que isso signifique matarem-se. O que pode acontecer é vermos mais um moçambicano premiado por coisa que não fez. Quando se deveria ver alguns governos como o de Moçambique punidos pelo rumo que dão aos assuntos políticos de seus países temos seus representantes regularmente premiados e elogiados. É nefasto e perigoso para um país receber indevidamente prémios. Quem premeia ou assim procede não tem boas intenções. A penetração e influência que as corporações mineiras, petrolíferas, farmacêuticas e militares possuem na manobra operacional das chancelarias ocidentais é a razão de muitos dos prémios. Muitos dos posicionamentos incompletos e medíocres da diplomacia dos nossos parceiros tem relação e explicação na natureza dos seus interesses nos minerais moçambicanos. Toda aquela boa vontade da Irlanda em cooperar com Moçambique não resulta de puro altruísmo. As areias pesadas de Moma são um bom motivo e tudo o a Kenmare fizer para influenciar seu governo no sentido de aplaudir o governo do dia melhor será para as suas operações em Moma. Ou não é assim? Os espanhóis não descobriram a bondade e a solidariedade em Moçambique. Quanto já pago pelo camarão moçambicano? Todos sabem menos os moçambicanos. Numa posição relativamente de força sobretudo a partir da altura em que o governo da Frelimo tinha garantias sólidas de puder contar com o apoio financeiro chinês para substituir uma eventual retirada de apoio ocidental ao Orçamento Geral do Estado, viu-se de modo claro a implementação de uma política de “cegueira e surdez estratégica” por parte dos órgãos de soberania moçambicanos. Reclamações legítimas, baseadas nas leis do país foram sucessivamente ignoradas pela Procuradoria Geral da República e pela Polícia nacional. Órgãos eleitorais de que se esperava um posicionamento mais equilibrado e de acordo com os interesses da promoção da democracia apresentaram-se amarrados ou com a sua acção limitada pelos interesses do partido no poder. Afinal quem nomeia acaba tendo a prerrogativa de demitir... De uma maneira clara todo o mundo ficou a entender que as organizações da sociedade civil moçambicanas ou pelo menos a maioria das que se manifestaram sobre as eleições recentes são fortemente tendenciosas. A presença do partido no poder faz-se sentir por quase tudo o que é organização. Até partidos políticos que se supunham livres da influência da Frelimo acabaram entregando-se a esta ou pelo menos seus líderes aplaudindo e beijando “as mãos de Judas”. Aconteceram coisas incríveis jamais vistas no quadro do surgimento e desenvolvimento dos partidos políticos em África. Yacub Sibindi vai entrar na história pelas mais negativas razões e outros como o Miguel Mabote também. A venda pura e simples, a sobreposição de valores como os materiais a qualquer coerência ideológica tem se tornado claros em muitos dos nossos compatriotas. Aquilo que jamais foi desvendado começa a tornar-se claro. Se o MBS paga as dívidas de Sibindi não será que outros políticos viram as suas dívidas pagas via Banco a mando de determinadas figuras do partido no poder noutras ocasiões? Será que todos os rumores que circulam na praça sobre uma alegada recepção de dinheiros “pesados” por parte de determinados líderes políticos tem alguma base? Será que em Moçambique se faz política por encomenda e que o protagonismo ganha-se a custa de compra e venda de obediência? Pode-se dizer muita coisa mas algo não se pode deixar de dizer: em Moçambique passam-se muitas coisas estranhas no domínio político. Na memória do povo moçambicano vai ficar a viva impressão de que o G-19 é movido por interesses económico-financeiros e outras considerações estratégicas que não tem relação alguma com a democracia neste país. O acesso ao porto e aeroporto de Nacala tem mais importância do que a participação deste ou daquele nas eleições. Convenientemente situada nos limites daquilo que é considerado ingerência em assuntos internos de outro país assistiu-se a uma derrocada de posições que aparentavam ter alguma força. Nem a força dos dinheiros do OGE travou a estratégia de eliminação dos partidos políticos do processo eleitoral. Moçambique tem de passar mais meia dezena de anos trabalhando para a sua democratização quando tudo indicava que já havia dado esse passo. Queremos ver o Observatório Eleitoral observando actuação chinesa e a política de migração eleita pelo governo que ele aparentemente apoia. Moçambique também se pode chamar de “Mozambiquisitão” tal é a facilidade com que descendentes ou naturais do Paquistão obtém Bilhete de Identidade e passaportes moçambicanos mesmo não sabendo falar português. Tal é atenção ou distracção dos governantes que as negociatas são de tal ordem que ultrapassam qualquer coisa que se possa imaginar. Mas como diz o ditado “nunca é tarde”. (Noé Nhantumbo) 2009-11-25

União Europeia continua a financiar electrificação rural em África

União Europeia continua a financiar electrificação rural em África Maputo (Canalmoz) – Terminou ontem, em Maputo, a segunda fase do seminário Africano sobre electrificação rural, que contava com o apoio da União Europeia, no âmbito do X Fundo Europeu de desenvolvimento para África. O evento, que durou dois dias, 23 e 24, avaliou, no seu segundo dia, os projectos submetidos e a prestação de contas, pelos países candidatos ao Fundo Europeu para electrificação rural. Falando durante o encerramento do evento, o delegado da Comissão Europeia, Glauco Calzuola, indicou que estes projectos estão em diferentes fases de implementação, sendo que estão bem encaminhados pelo facto de se ter constatado junto dos países envolvidos sucesso na electrificação rural. Calzuola referiu que a motivação da União Europeia para continuar a apoiar África, no âmbito deste projecto, tudo depende dos sucessos para a implementação dos mesmos. O delgado da União Europeia em Moçambique reiterou que os países da África devem se desdobrar o máximo possível para garantir a expansão da rede eléctrica. A fonte reafirmou ainda que o fundo de apoio a África não deve servir para fins ilícitos, mas, sim, dar oportunidade aos mais carentes para que tenham acesso a energia. Os países que não cumprirem serão penalizados disse o delegado da União Europeia. Calzuola recordou, ainda, no encontro, aos delegados representantes dos países da África subsahariana que é da responsabilidade dos seus governos envidar esforços para os sucessos dos projectos, e não permitirem que eles fracassem. A fonte disse, como mensagem da União Europeia, que os governos não devem só depender destes fundos para fazer chegar a energia à população carenciada, como também devem tentar criar meios próprios para resolver este problema. Explicando estes e vários outros assuntos, a fonte reiterou que os países que não cumprirem serão penalizados pela Comissão da União Europeia responsável por fazer a fiscalização dos projectos. E disse, ainda, que caso se verifique mau uso dos fundos, quer pelas pessoas ligadas a instituições ou não, o governo do país onde isso se verifique é que será penalizado, sob pena de não mais poder ter acesso a este fundo, a não ser que seja eleito outro governo. Durante o encontro foi acordado, por unanimidade, entre a União Europeia e os Países da África, Caraíbas e Pacífico, o lançamento oficial do segundo Programa para a Facilidade de Energia, no valor de 200 milhões de euros. Nos últimos cinco anos, Moçambique registou progressos visíveis na expansão da electrificação, permitindo duplicar o nível de acesso, que passou de sete por cento, em 2004, para os actuais 14. Recorde-se que, no âmbito da primeira facilidade Europeia para África, Moçambique implementou, com sucesso, sete dos nove projectos submetidos, no valor de 24,5 milhões de euros. O ministro da energia, Salvador Namburete, disse que os mesmo projectos, implementados com fundos europeus, concretizam os objectivos do milénio e do actual governo, e visam electrificar a zona rural, desde os postos administrativos às localidades. Importa referir que, de acordo com dados fornecidos pela delegação da União Europeia em Moçambique, o continente africano precisa de 20 mil milhões de dólares americanos por ano, para enfrentar os desafios que se colocam no sector de energia. (António Frades) 2009-11-25

Na cidade de Nampula: Três especialistas da Frelimo querem sequestrar Dhlakama

Na cidade de Nampula Três especialistas da Frelimo querem sequestrar Dhlakama – denuncia Simão Buti, comandante da Renamo durante os dezasseis de guerra civil “A Frelimo montou um comando aqui em Nampula, com pessoas vindas de Maputo, que tem como principal missão sequestrar o presidente Dhlakama no dia da grande manifestação popular em retaliação dos resultados eleitorais.” “Cuidado com estas Brincadeiras. A Renamo vai responder, mas responder bem. Nós lutámos com o grupo Chipande, eles nos conhecem bem e não estes miúdos da PIR (Polícia de Intervenção Rápida)” Nampula (Canalmoz) - O então comandante das tropas da Renamo em Moçambique aquando da Guerra Civil que durou dezasseis anos, convocou uma conferência de imprensa, na manhã de ontem, na cidade de Nampula, para entre várias questões denunciar uma alegada operação de sequestro do seu líder Afonso Dhlakama, que estará, segundo ele, a ser preparada por três especialistas militares que se encontram em Nampula desde o passado dia vinte do corrente mês. Simão Buti, é igualmente deputado da Assembleia da República pelo partido Renamo. “Nunca vimos movimentos de tantos agentes da Polícia de Intervenção Rápida, PIR, SISE e Polícia de Investigação Criminal aqui em Nampula”, disse Buti que acrescentou: “A Frelimo montou um comando aqui em Nampula com pessoas vindas de Maputo, que tem como principal missão sequestrar o presidente Dhlakama no dia da grande manifestação popular em retaliação dos resultados eleitorais”. Buti tardou mas acabou por esclarecer que conhece na plenitude a estratégia que a Frelimo está-se preparando para sequestrar o seu carismático líder, Afonso Dhlakama. “Eles querem usar gás lacrimogénio para sequestrar o nosso presidente”- disse Simão Buti. Depois apelou para que não se brinque desta maneira. “Cuidado com estas Brincadeiras. A Renamo vai responder, mas responder bem. Nós lutamos com o grupo Chipande, eles nos conhecem bem e não estes miúdos da PIR”, frisou Simão Buti. Manifestação ainda sem data Buti voltou depois a reiterar que o seu partido vai estar numa manifestação pública contra a “fraude eleitoral”, mas evitou dizer quando é que se vai realizar. Instado a falar da data, o deputado Buti ficou aparentemente chateado com a imprensa, mas garantiu que “vai acontecer uma grande manifestação em todo o país”. “Quando não vos posso dizer”. Saúde de Dhlakama Na conferência de imprensa o deputado Buti foi solicitado para que se pronunciasse a respeito do estado de saúde do seu líder Afonso Dhlakama. Efusivamente limitou-se a afirmar que “o senhor presidente está bem de saúde”. (Aunício da Silva) 2009-11-25

24 de novembro de 2009

África do Sul: O anfitrião do Mundial 2010

O anfitrião do Mundial 2010 Uma foto de arquivo do dia 15 de Novembro de 2009 mostra que o Beacon Island, em Plettenberg Bay ao longo da Garden Route, na província do Cabo Oriental da África do Sul, será centro do palco, em Dezembro, da copa mundial do FIFA 2010. Foto@Lusa Nic Bothma

Moçambique: “Reavivada”cascata da Namaacha

“Reavivada”cascata da Namaacha Os aficcionados da natureza da vila de Namaacha e não só têm mais um motivo para sorrir: a mítica cascata daquele município voltou a produzir as quedas regulares de água, graças à precipitação que se fez sentir nos últimos dias na região sul do país. Sabe-se que há sensivelmente três anos que aquele ponto turístico fronteiriço já não atraía turistas, devido ao cenário de seca que se fazia sentir, fazendo perder todo o encanto ao lugar. Assim, com este “regresso” da queda de água na cascata de Namaacha espera-se seguramente que o movimento turístico volte a tomar o seu devido lugar, com os visitantes a contemplarem um dos pontos mais atractivos daquela vila, um capricho simpático que a natureza proporcionou. Aqui nesta imagem do nosso colaborador Casimiro Pinto vislumbra-se o novo panorama do lugar, com todo o seu esplendor, depois de um período prolongado de estiagem. É mesmo caso para dizer que todos os caminhos vão dar às cascatas da Namaacha! Maputo, Terça-Feira, 24 de Novembro de 2009:: Notícias

23 de novembro de 2009

Filipinas: Miss Terra 2009

Miss Terra A recém-coroada Miss Terra, a brasileira Larissa Ramos, posa para os fotógrafos na praia da Ilha Boracay, nas Filipinas. Larissa foi a escolhida entre 80 candidatas de vários países a Miss Terra e tornou-se numa diplomata cuja missão é chamar a atenção para os problemas ambientais do nosso planeta. Foto@EPA/Rolex Dela Pena

África do Sul: A bela e o monstro

A bela e o monstro Um passarinho pousa no nariz de um búfalo no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Este parque é uma das principais atracções do país que poderá ser visitada pelos turistas que viajarem até à África do Sul para assistir ao campeonato mundial de futebol. Os operadores turísticos acreditam que o Mundial de 2010 poderá contribuir para a recuperação da indústria turística e, consequentemente, da economia do país. Foto@EPA/Jon Hrusa

Portugal: Esculturas em Lisboa

Esculturas em Lisboa Lisboa é a primeira cidade europeia a acolher "Nuestros Silêncios", uma exposição de arte pública do escultor mexicano Rivelino que vai entrar em itinerância pela Europa, até 2011, passando por Madrid, Bordeaux, Bruxelas, Roma, Berlim e Londres. Na imagem pode ver-se uma das obras na praça Marquês de Pombal. Foto@Lusa/Inácio Rosa

20 de novembro de 2009

Arroz de marisco (Portugal)

Arroz de marisco Ingredientes: Cebola: 1 Alho: 4 dentes Azeite: 4 colheres de sopa Tomate: 4 Sal, piri-piri: q.b. Marisco: 1 embalagem (mistura) Caldo de peixe: 1 cubo Arroz: 1 chávena Coentros: q.b. Preparação: Refogue no azeite a cebola grande e os dentes de alho bem picados. Esmague os tomates maduros e já pelados e junte ao refogado. Tempere com piri-piri e sal. Deixe apurar durante alguns minutos. Entretanto, descongele uma embalagem de cocktail de marisco. Se tiver delícias do mar, retire-as e ponha-as de parte. Junte o mariscos ao refogado e mexa. Com o lume brando, tape o tacho e deixe apurar durante 15 minutos. Junte o cubo de caldo de peixe. Aqueça à parte 3 chávenas de água e junte a esta mistura. Quando começar a ferver junte o arroz e mexa. Quando retomar a fervura, deixe cozer tapado durante 10 minutos. Apague o lume, junte as delícias cortadas em cubinhos e polvilhe com coentros picados. Sirva de seguida.

Calulu de peixe / ou carne seca (Angola)

Calulu de peixe (ou carne seca) Ingredientes: 1 kg de peixe seco 1 kg de peixe fresco 3 cebolas 3 tomates grandes 1/2 kg de quiabos 1 kg. de batata doce (ou espinafres) 3 dentes de alho 2 copos de óleo de palma e 2 gindungos Preparação: Deita-se a demolhar o peixe seco, mas sem sair o sal todo. Tempera-se o peixe fresco com sal, alho, vinagre ou limão de preferência. Começa-se a preparar um refogado com o óleo de palma e os dentes de alho. Seguidamente, começa-se a colocar em camadas, os peixe seco, o peixe fresco, a cebola em rodelas, o tomate em pedaços e limpo, os quiabos, as folhas de batata doce, o gindungo e o resto do óleo de palma. Verifica-se o tempero de sal e deixa-se cozinhar em lume brando. Sugestões : Calulu de carne seca: Utiliza-se a carne seca em substituição do peixe. O restante é tudo igual.

Colômbia: Os gatos continuam em palco

Os gatos continuam em palco Elementos do musical "Cats" actuam em Bogotá num dos espectáculos da digressão agendada para a Colômbia. Foto@Lusa/EPA/Mauricio Duenas

Países africanos cada vez mais corruptos, segundo relatório da Transparência Internacional

Países africanos cada vez mais corruptos - segundo relatório da TI A maioria dos países africanos obteve uma nota inferior a três, numa escala de zero a 10, do Índice de Percepção da Corrupção (IPC) para o ano de 2009, segundo a organização Transparência Internacional (TI) que divulgou terça-feira o seu relatório. Apenas três dos 52 países africanos que figuram nesta classificação obtiveram, tal como em 2008, uma nota superior a cinco no IPC. Trata-se do Botswana, o país melhor classificado em África; das Ilhas Maurícias e de Cabo Verde. Quatro outros, as Ilhas Seicheles, a África do Sul, a Namíbia e a Tunísia obtiveram uma nota em torno de quatro, ao passo que a maioria (34) tem um resultado abaixo de dois. Assim, os 10 países menos corruptos de África no entender da TI são o Botswana (37ª posição dos 180 países estudados), as Ilhas Maurícias (42ª), Cabo Verde (46ª), as Ilhas Seicheles (54ª), a África do Sul (55ª), a Namíbia (56ª), a Tunísia (65ª), o Gana (59º), o Burkina Faso (79ª) e o Lesoto (89ª). A lista dos 10 países mais corruptos em África é comandada pela Somália (na 180ª posição, representando assim o país mais corrupto do mundo), seguida do Sudão (176ª), do Chade (175ª), da Guiné-Conacry (168ª), da Guiné Equatorial (168ª), da Guiné-Bissau (162ª), da RD Congo (162ª), do Congo-Brazzaville (162ª) e de Angola (162ª). O Burundi, o Congo e Angola são os "recém-chegados" do grupo dos 10 países mais corruptos em África, segundo o relatório da TI. O país mais povoado de África, a Nigéria, ficou igualmente mais corrupto, passando da 121ª posição em 2008 para o 130º lugar na última classificação. O Quénia e o Zimbabwe subiram na classificação, passando respectivamente da 147ª para a 146ª posição e da 166ª para a 146ª. Ao todo, segundo a Transparência Internacional, nenhuma região do mundo está livre dos perigos da corrupção. Os países que obtiveram as melhores notas no IPC de 2009 são a Nova Zelândia (9,4), a Dinamarca (9,3), a Singapura, a Suécia (9,2) e a Suíça (9). Estes resultados reflectem uma estabilidade política, uma resolução estabelecida de longa data dos conflitos de interesses e instituições públicas sólidas e funcionais. Maputo, Sexta-Feira, 20 de Novembro de 2009:: Notícias

Moçambique: Caça furtiva e queimadas dizimam fauna bravia na Zambézia

Zambézia: Caça furtiva e queimadas dizimam fauna bravia A caça furtiva e as queimadas descontroladas são dois dos principais problemas apontados pelos ambientalistas como estando na origem da destruição do potencial faunístico na província da Zambézia. De há uns tempos a esta parte tanto nas principais reservas florestais e noutras regiões com potencial faunístico começa a ser difícil encontrar animais protegidos por lei bem como outros tipos que constituem a população faunística, atracção para o turismo e obtenção de proteína animal para a alimentação. Os participantes à I Conferência Provincial sobre o Desenvolvimento Comunitário, que decorreu ontem na cidade de Quelimane, debateram muito este assunto ligado às mudanças climáticas no país. De acordo com os vários oradores, o desaparecimento do potencial faunístico na Zambézia está associado à violência da acção humana, como, por exemplo, a caça furtiva e queimadas descontroladas para abater madeira e animais de pequeno porte, que acaba se abatendo sobre as florestas. O sector da Agricultura na Zambézia ainda não tem dados sobre o nível de violência com que as queimadas descontroladas e caça furtiva incidem sobre a fauna. O governador da Zambézia, Carvalho Muária, disse que a província da Zambézia tinha muitos animais, como leões, elefantes e lobos, mas devido a acções atrás abordadas não é possível encontrar esses animais nem de outro tipo nos locais onde se suspeitava a sua existência em quantidade. Afirmou, por exemplo, que várias vezes já circulou pela Reserva Nacional de Gilé mas não viu um único animal. Nos distritos de Maganja da Costa, Pebane, Gilé e Alto Molócuè eram sistemáticos os casos de elefantes e leões que invadiam as áreas residenciais da população ou destruição extensões em hectares de campos de cultivo. Estes cenários deixaram de existir não porque há uma grande organização e controlo mas porque os animais não existem. O Director provincial da Agricultura na Zambézia, Mahomed Valá, disse que em Mocuba nos últimos dias tem recebido muitas informações sobre a caça furtiva na região sul da província da Zambézia, mais precisamente, na reserva de caça de Mainba e Derre. Entretanto, os cento e sessenta delegados afloram sobre o papel das universidades no desenvolvimento comunitário. O Governador da Zambézia afirmou que o papel dessas unidades não pode encerrar-se apenas na formação de técnicos mas apostar na investigação socio-cultural para compreender a razão do porquê das queimadas descontroladas nas comunidades. Os estudos, segundo Muária, devem ser disseminados as próprias comunidades para melhor compreenderem os perigos das queimadas descontroladas, como a destruição do ecossistema, morte de animais e destruição de plantas que dariam dinheiro ao país no futuro através do corte da madeira e deitar abaixo as perspectivas de exploração turística. Quando se fazem queimadas podemos atingir os cajueiros e perder as plantas e o dinheiro que devíamos ganhar para resolver os nossos problemas, disse o timoneiro da província da Zambézia. JOCAS ACHAR Maputo, Sexta-Feira, 20 de Novembro de 2009:: Notícias

Moçambique: Morteiro mata três crianças e fere outras duas em Maúa (Niassa)

Morteiro mata três crianças e fere outras duas em Maúa Três crianças morreram e outras duas contraíram ferimentos graves na sequência da explosão de uma mina de morteiro no distrito de Maúa, província de Niassa. O engenho, que se acredita tenha sido colocado em algum lugar nas proximidades do local da explosão durante a guerra civil de 16 anos terminada em 1992, terá rebentado quando as crianças o atiraram contra uma árvore. Os dois menores feridos estão a receber tratamentos médicos no Hospital Rural de Cuamba. Segundo fontes desta unidade hospitalar, uma das crianças sofreu ferimentos graves numa das pernas, podendo esta vir a ser amputada. A outra criança sofreu ferimentos no tórax, bacia e mão esquerda. O incidente ocorreu na localidade de Muaquia, unidade administrativa onde no passado esteve localizada uma base da Renamo. Maputo, Sexta-Feira, 20 de Novembro de 2009:: Notícias

Moçambique: Aviação comercial africana reúne em Maputo

Aviação comercial africana reúne em Maputo Maputo (Canalmoz) - A AFRAA - African Airline Association (Associação das companhias Aéreas Africanas), realiza em Maputo na próxima segunda e terça, 23 e 24 de Novembro, em Maputo a sua 41ª Assembleia Geral Anual. Criada em 1968, a AFRAA tem sido fundamental para sensibilizar os governos africanos, através da Comissão de Aviação Civil Africana e outras organizações regionais e sub-regionais, sobre as acções a serem tomadas para o desenvolvimento de um sistema eficiente de transporte aéreo, refere a LAM-Linhas Aéreas de Moçambique, companhia anfitriã, num comunicado enviado à nossa redacção. O engº José Viegas, PCA da LAM, é quem preside a AFRAA desde Novembro do ano passado. Foi eleito para a liderança da Associação das Companhias Aéreas Africanas durante a 40.ª Assembleia Anual da organização, realizada no Burkina Faso. No mesmo encontro, a LAM foi eleita melhor Companhia Aérea Africana do ano. A LAM é membro da AFRAA desde 1976. Fazem parte da Associação a TAAG- Linhas Aéreas de Angola; South African Airways, da África do Sul; Kenya Airways, do Kenya; Aero Contractors Of Nigeria, da Nigéria; Afriqiyah Airways, da Líbia; Air Algérie, da Argélia, Air Botswana, do Botswana; Air Burkina, do Burkina Faso; Air Burundi, do Burundi; Air Ivoire, da Costa do Marfim; Air Madagasrca, do Madagáscar; Air Malawi, do Malawi; Air Mauritius, da Ilhas Maurícias; Air Namíbia, da Namíbia; Air Senegal International, do Senegal; Air Seychelles, das Ilhas Seychelles; Air Tanzania, da Tanzania, Air Zimbabwe, do Zimbabwe; Antrak Air, do Gana; Bellview Airlines, da Nigéria; Cameroon Airlines, dos Camarões; Compagnie Aérienne du Mali, do Mali; EgyptAir, do Egipto; Eritrean an Airlines, da Eritreia; Ethiopian Airlines, da Etiópia; Ghana International Airlines, do Gana; Interair, da República Centro Africana; Libyan Airlines, da Líbia; Nasair, da Eritreia; Nigerian Eagle Airlines, Nigéria; Precision Air Services, Tanzania; Royal Air Maroc, do Marrocos; South African Express, da África do Sul; Sudan Airways, do Sudão; Toumai Air Tchad, do Tchad e Tunisair, da Tunísia. (Redacção) 2009-11-20

19 de novembro de 2009

Antes e depois: José Sócrates

1984 (27 anos) - 2009 (52 anos)

Antes e depois: Paulo Portas

1980 (18 anos) - 2008 (46 anos)

Antes e depois: Maria de Belém

1980 (31 anos) - 2005 (56 anos)

Antes e depois: Francisco Louçã

1972 (16 anos) - 2006 (50 anos)

Antes e depois: Jerónimo de Sousa

1981 (34 anos) - 2005 (58 anos)

Antes e depois: Durão Barroso

1987 (31 anos) - 2007 (51 anos)

Antes e depois: Cavaco Silva

1985 (46 anos) - 2007 (68 anos)