31 de março de 2009

Alemanha: Um avô irreverente

Um avô irreverente Um turista holandês com óculos de sol atípicos aproveita uma tarde de Sol em Oberstdorf, na Alemanha. Foto@EPA/Karl-Josef Hildenbrand

Quiabo com camarão (Moçambique)

Quiabo com camarão Ingredientes: Camarão fresco: 500 gr Quiabo à rodelas: 4 xícaras(chá) Óleo: 3 colheres de (sopa) Salsa picada: 1 colher de (sopa) Sal: q.b. Pimenta: q.b. Limão: 2 Cebola picada: 1 Tomate picado: 1 Preparação: Coloque o quiabo de molho com o sumo de 1 limão limão por alguns minutos. Reserve. Tire as cascas dos camarões, limpe bem, lave e enxague. Coloque tudo numa tigela, junte o sumo do outro limão , o sal e a pimenta. Misture e deixe a apurar cerca de 30 minutos. De seguida escorra e enxague. Coloque o óleo numa frigideira e refogue a cebola. Junte o tomate e a salsa, refogue por mais 2 minutos e de seguida junte os camarões e deixe a cozinha-los. Por fim, adicione o quiabo lavado e escorrido e tape a frigideira até que os quiabos estejam prontos a servir. Não acrescente água. Prove os temperos.

Gambas com caju (África)

Gambas com caju Ingredientes: 24 gambas 75 g de caju 1 dl de vinho branco 50 g de manteiga Azeite Piri-piri Preparação: Utilizar castanha de caju muito pouco tostada. Cozer as gambas em água com sal e ferver durante 1 minuto contando após levantar fervura pela segunda vez. Retirar imediatamente as gamas e colocá-las sobre uma pedra fria para arrefecerem rapidamente. Descascar as gambas e separar o miolo. Espremer as cabeças num passador e reservar coral que se liberta. Colocar numa frigideira anti-aderente o caju com um pouco de azeite. Aquecer ligeiramente sem deixar fritar. Adicionar o vinho branco até evaporar 2/3 do volume inicial. Juntar então o coral recuperado das cabeças e a manteiga e mexer bem. Sugestões: Terminar adicionando as gambas e o piri-piri. Tapar a frigideira e deixar cozer em lume muito brando durante 3 minutos. Servir de imediato.

O Grupo de Teatro Mutumbela Gogo apresenta esta semana na Ilha Reunião a peça “Mar Me Quer”, de Mia Couto

Peça “Mar Me Quer” levada a Ilha Reunião O Grupo de Teatro Mutumbela Gogo apresenta esta semana na Ilha Reunião a peça “Mar Me Quer”, obra literária de Mia Couto adaptada e encenada para o teatro por Mickael Fontaine. Esta informação foi dada ao nosso Jornal por Adelino Branquinho, falando à margem das celebrações do Dia Mundial de Teatro. Esta deslocação faz parte dum projecto de intercâmbio artístico e cultural entre Moçambique e as Ilha Reunião, iniciado há alguns anos. A peça de Mia Couto será apresentada em francês por Adelino Branquinho e Graça Silva, com música de Matchume e narração de Leonardo Nhavoto. A fonte refere que estão agendados para este pais insular cinco espectáculos. O grupo está optimista que irão dar o máximo de si, por forma a corresponder com as expectativas das cinco apresentações agendadas naquele na Ilha Reunião. “ Tal como aconteceu na estreia no ano passado, esperamos alcançar bons resultados. Vamos dar o nosso máximo”, garantiu Adelino Branquinho. A história do livro do escritor Mia Couto serviu de inspiração a Mickael Fantaine, que ao sobrevoar o mar numa viagem entre Maputo e Ilha Reunião resolveu trabalhar o livro para o teatro. Nota importante, aponta para o facto de Fontaine não se ter contentado a adaptar a historia apenas em português, mas como também o encenou em francês, línguas oficiais dos dois países. A peça “Mar Me Quer” estreou na capital do pais no ano passado. Maputo, Terça-Feira, 31 de Março de 2009:: Notícias

30 de março de 2009

Maputo - Praia Mira Mar

Maputo - Praia Mira Mar Os miúdos aproveitam o bom tempo para venderem obras de arte. A praia Mira Mar é um dos vários locais de venda de artesanato em Maputo. Foto@ Sapo MZ

Do Egipto para a Alemanha

Do Egipto para a Alemanha Um funcionário segura numa réplica da máscara de Tutanchamun durante os preparativos para a exposição "Tutanchamun: a sua sepultura e os seus tesouros", que tem início a 9 de Abril na Event Arena Olympiapark em Munique, na Alemanha. Foto@EPA/Lukas Barth

José Maria Neves: Um Príncipe entre as mulheres cabo-verdianas

José Maria Neves: Um Príncipe entre as mulheres cabo-verdianas A sala do hotel Sana encheu-se na tarde de sexta-feira, 27, para a homenagem às mulheres cabo-verdianas. Mulheres de todas as idades e profissões colocaram os seus melhores vestidos e retocaram o cabelo e a maquilhagem para melhor se apresentarem na cerimónia. A presidi-la iria estar José Maria Neves, o Primeiro-Ministro de Cabo Verde em pessoa. A efeméride, que se realiza há vários anos, em Cabo Verde, aproveitou a passagem do chefe do governo das ilhas para, de forma simbólica para homenagear todas as mulheres, e relembrar o seu "valioso contributo na afirmação de Cabo Verde no mundo". Depois de um pequeno momento musical com a cantora Danae, foram convidadas a tomar da palavra algumas mulheres, simbolizando as diferentes gerações de mulheres emigrantes, desde das primeiras a chegar, ainda nos anos sessente, até à mais jovem, uma descendente de trinta anos, militar da Guarda Nacional Republicana. Histórias de vida que contagiaram a sala e emocionaram todos, numa comunhão de patriotismo que haveria de ser aproveitado pelo embaixador Arnaldo Andrade, ao recordar o papel da mulher na sociiedade cabo-verdiana. A finalizar, José Maria Neves, num longo discurso emotivo, socorreu-se de um conjunto de imagens iconográficas do quotidiano: " A gota d'água... a lata d'água... o cimbron", bem como passagens épicas de poemas, num lirismo crescente e inspirado na plateia feminina que parecia beber as suas palavras. Terminou denunciando a irresponsabilidade do homem cabo-verdiano, a recusa em assumir a paternidade; a violência doméstica. No entanto, inspirado pela vertigem do sucesso das suas palavras e antes de começar a distribuir rosas pela sala, não resisistu em contar um pequeno conto. Aconteceu no México, num encontro de trabalho. "Foi em 2002, acabava de ser eleito e ainda não tinha cabelos brancos. A filha do presidente mexicano Vicente Fox estava curiosa e fez-me muitas perguntas sobre Cabo Verde. Mesmo depois de lhe explicar, continuava a não ter uma ideia das ilhas. Entretanto alguém falou comigo e mencionou o nome de Cesária Évora; e ela então voltou-se para mim: mas a Cesária eu conheço! Então conheço o seu país! Então Cabo Verde é um país democrático, não é? Sim, respondi. Então você foi eleito? Sim. É que eu pensava que Cabo Verde era um Principado e que você era um príncipe! Sapo CV, 30 de Março de 2009

27 de março de 2009

Mia Couto lança em Junho mais um livro intitulado “Jesus Além”

Mia Couto publica mais um livro O escritor Mia Couto lança em Junho mais um livro intitulado “Jesus Além”. O romance, cujo conteúdo o autor prefere deixar “no segredo dos deuses”, comporta 400 páginas e o lançamento vai decorrer em simultâneo em Angola, Moçambique e Portugal. Além de ter sido anunciado para mais um prémio no Festival Feslip, que decorrerá em Outubro, no Brasil, Mia vê, uma vez mais, os seus escritos “A Gaiola das Moscas”, “O Outro Pé da Sereia” e “O último Voo do Flamingo” serem adaptados para peças de teatro em Pernambuco, São Paulo e Porto Alegre, também no Brasil. Em Julho, Mia Couto desloca-se ao Brasil, onde vai receber um prémio em reconhecimento do seu trabalho em prol do desenvolvimento do teatro lusófono. Na semana passada, o livro “O Último Voo do Flamingo” foi adaptado para um filme que reúne actores nacionais e estrangeiros, com destaque para a brasileira Adriana Alves, popular no país pelo papel de Condessa, na telenovela “Duas Caras”. Rádio Moçambique, 27 de Março de 2009

Moçambique: Palafitas

Moçambique: Fotografias recentes